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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

O Tigre-de-Sumatra, obra do artista Bordallo






No dia 1 de agosto, o artista plástico Bordalo II apresentou na Singapura a sua escultura de um Tigre-de-Sumatra - uma espécie em risco de extinção - no âmbito do campanha "Trash-Sure", que pretende promover a sustentabilidade transformando o desperdício em arte.




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LEIA TAMBÉM: Caligem, Enquanto O Sisal Amadurece O Tempo, Alga, Aldebarã Vista Pela Primeira Vez, Pequeno Lugar Perdido, Secretos Alfabetos, Lugares de Ser, Safiras Liquefeitas, Insinuação, Mais, Tudo é Vão no Fragor de Todas as Guerras, Ventura, O Preço da Passagem,  Áridos em Nós Mesmos, No Verde Secreto de Seu Frenesi, Enquanto O Vento Me Rumina, Sertão, Declaração, O Ouro Rútilo dos Círculos Sibilinos, Tu Não Ouves Debussy, Idílio, Ante a Flor e a Estrela Explodidas de Delícias, Líricas Estelares, Zé, O Que Sei de Cor, Um Pequeno Anjo Inócuo, O Ermo Homem da Casa Abandonada, Réquiem Para O Quasar Caído na Opacidade, Agreste, Cá Entre Nós, Mensagem, Dentro do Silêncio, Nau Sinal e Chiaroscuro, Até O Júbilo Desfazer-se Em Suspiros, Romagem, Fastio, Diana, Voltar Ao Sopro, Um Pássaro, O Motoqueiro do Sábado, Consumação, Viajando na Madrugada, Ávida Flama Incessante, Águas Sob O Sol, O Vento Sobre As Águas, Romagem, Nesta Praia Sem Nome, Entre O Leve e O Escasso, E Tudo me Fez Antigo, Cinco Peras, Paisagem, A Casa de Cristal, Amarelo, Cidade do Interior, Um Pássaro do Japão, Cavalos Selvagens, Gato e Pássaro, Dentro de, Pão, Nuvens, Amarelo, A Casa de Cristal, Paisagem, Cinco Peras, E Tudo Me Fez Antigo, O Mamoeiro Morto, O Tamarindeiro Falmboyant, Goiabeira, O Guarda-Chuva, Pulseira e Escapulário, A Carteira, A Jarra, O Livro, O Piano, Consumação, Sertão, Águas sob o Sol, Recesso, O Vento Sobre as Águas, Teus Nomes, Estranhos, Aquele Cão, Infinitos de Mim, Aqueles Olhos Noturnos, Janela Aberta Para O Mar, A Surpresa da Manhã, Viajante Voz, Contra O Esquecimento, Ao Som de uma Salsa, O Cão, O Relógio, Imagem Sobre O Escuro, Uma Concha Nas Mãos, De Branco e Azul, Palavra, Palavras Secas, Li Poesia, Coisa Sussurrante, Enquanto Te Ouço Nas Marés, Tua Presença, Um Cão Dentro de Um Quarto, Com Seu Inofensivo Olhar, Um Vulto ao Vento, É Uma Pessoa, O Anjo, Um Homem Pacato, Um Domingo Cinza, Um Distinto Senhor, Aquele Pôster da Marlene Dietrich, Tempo de Viver, A Pedra, A Cadeira Vazia, O Mamoeiro, Lembrança, O Lado Esquecido da Cidade, O Olhar do Ribeirinho, Contra O Relógio, Asa e Voo, Diante da Claridade, Por Um Instante, Para Além da Tua Bandeira, Enquanto Ela Voa, Quero Leveza, Tomar Café, As Mãos, Esmeraldas Fluidas, Mãe Mulher Tempo, Passarinho, Amarelo, Grous Azuis, Chuva em Yabakei, No Sigilo dos Lábios, Benigno Vazio.
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sábado, 30 de julho de 2022

Eunice Muñoz


Eunice Muñoz nasceu no dia 30 de julho de 1928, em Amareleja, concelho de Moura, Alentejo.

Oriunda de uma família de atores, estreou-se no Teatro Nacional D. Maria II em 1941, fazendo parte do elenco da peça "Vendaval", de Virgínia Vitorino, com encenação de Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro.

Ao longo da sua vida, Eunice Muñoz foi homenageada com diversos galardões e prémios, entre os quais o Prémio Sophia Carreira, atribuído pela Academia Portuguesa de Cinema, e condecorada com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e a Grã-Cruz da Ordem do Mérito. No dia 22 de abril de 2021 foi realizado, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras, um evento especial de comemoração dos 80 anos de carreira de Eunice Muñoz, em que a atriz foi condecorada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

Morreu com 93 anos, a 15 de abril de 2022.

Veja o vídeo da atriz a encerrar o espetáculo de revista à portuguesa "Passa por mim no Rossio", de Filipe La Féria, em 1992, no mesmo teatro onde fez a sua estreia:




Fonte: Instituto Camões [https://www.facebook.com/camoes.ip]


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quinta-feira, 12 de março de 2020

PUBLICAÇÃO DA PRIMEIRA EDIÇÃO DE "OS LUSÍADAS, de Luís de Camões



Luís de Camões


No dia 12 de março de 1572 foi publicada a primeira edição de "Os Lusíadas", de Luís Vaz de Camões, considerada "a epopeia portuguesa por excelência", que em dez cantos narra a viagem de Vasco da Gama à Índia e a aventura dos portugueses desde a fundação da nação.

A 1 de março de 2019, foi inaugurado no auditório do Camões, I.P., pelo Primeiro-Ministro português, António Costa, um mural do artista Vhils, com o busto de Camões, e cuja memória descritiva transcrevemos abaixo:

- Palimpsesto –

«Qual é significado de uma língua nos dias de hoje? É algo que cria pontes? Algo que se fez impor? Algo que nos une? Algo que facilita o crescimento económico e o interesse em criar um mercado maior? Algo que facilita a troca cultural? Algo que explora ou explorou? Algo que hoje nos transmite tudo aquilo que somos ou queremos ser através de comunicação no espaço público? Ou algo que nos transmite cultura e identidade? Algo que nos protege? Ou algo que nos afasta? Algo que nos dá? Ou que nos tira?

É tudo isso, na sua ambiguidade, e apenas será mais do que isso, quando a língua de Camões for de quem a fala hoje e não de quem a criou. A intenção desta obra é criar uma justaposição entre o passado e o futuro da utilização da imagem e da palavra de modo a expor uma época onde uma ponte se criou ou uma ferida se abriu.»

– Alexandre Farto aka Vhils


│Da página Instituto Camões



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Ver também:
- Os Lusíadas na Biblioteca digital Mundial: https://www.wdl.org/pt/item/14160/
- Os Lusíadas, por Alcir Pécora: https://www.youtube.com/GQCf8Dze5KI