ENQUANTO O VENTO ME RUMINA


A casa vazia, o silêncio;
tudo é exílio e exceção.
A secura com que o vento tange,
suave, salmoura e lassidão.
A fotografia a parecer mais antiga,
um rosto, um sorriso, um janeiro.
A louça, na cozinha, em degredo.
Meus passos, seus sons e solidão.



│Autor: Webston Moura
______________________

OS 10 POSTS MAIS VISITADOS DOS ÚLTIMOS 30 DIAS

ÍMPAR

BORBOLETA

CONFISSSÃO SOBRE A PALAVRA AUSENTE

GRAÇA

MAIS

LUGARES DE SER

A SAUDADE-DÓ DA ASA PERDIDA

RUÍNAS

CATILINA