terça-feira, 2 de dezembro de 2025
A Beleza Antiga
domingo, 30 de novembro de 2025
Os Sons da Cozinha
terça-feira, 25 de novembro de 2025
Brutos Silêncios
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
O Exercício da Humildade
sábado, 22 de novembro de 2025
É Legítimo Chorar
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
A Folha Seca
domingo, 16 de novembro de 2025
Fim de Ano
segunda-feira, 23 de dezembro de 2024
Boas Festas!
domingo, 22 de dezembro de 2024
Envelhecer
domingo, 29 de setembro de 2024
Nosso Espaço Interior e os Desejos
sábado, 28 de setembro de 2024
Nós e a Política
domingo, 8 de setembro de 2024
Nem Tudo Faz Sentido
sábado, 7 de setembro de 2024
Infância e Futebol
domingo, 18 de agosto de 2024
A Solidão
terça-feira, 6 de agosto de 2024
As Tão Presentes Coisas Invisíveis
quarta-feira, 20 de março de 2024
Jean Yves Leloup em "A Elegância do Eu"
quinta-feira, 14 de março de 2024
O Futuro de Tudo (3)
A linguagem empobrecida, empobreceu o pensamento que com ela adquire e exprime significação, e por entre este vazio nasceu e cresceu o pasmo dos deslumbrados.
A linguagem sofreu mutações e a capacidade da sua apropriação por parte dos seres já dominados inibe que dessa metamorfoseada realidade se possam dar conta.
Há um novo tempo e há um novo espaço de plurissignificações que em si muito contém a mercadoria do mundo ilusório.
A barbárie do simulacro antecedeu tanta inverdade que os seres confundidos e anestesiados se têm mostrado incapazes do exercício do questionar.
As migalhas que se foram aceitando do poder e da intectualidade que com ele privaram e privam, constituíram a primeira prova da mansuetude cerebral dos múltiplos inquilinos dominados neste sistema.


















