Deixar a Mão



Percorrer-te o peito
Deixar a mão cegar
E caminhar o instinto
Como abelhas caminham na flor.

Beber dessa luz líquida
E esperar a morte dos dedos
Onde os lábios escreverão
A morada de todos os poemas.



JOAQUIM MONTEIRO – Nascido próximo da Régua. Feito a régua e esquadro, mas prematuro. Desenhador, músico, poeta, quando é lido. E Epicuro quando baste. Publica poemas no Facebook e publicou o livro de poesia “Na Tua Boca” (Editora Universus, 2011).

Comentários

Postar um comentário

OS 10 POSTS MAIS VISITADOS DOS ÚLTIMOS 30 DIAS

RUÍNAS

ÚLTIMO GRITO CONTRA A ESCURIDÃO

ÁVIDA FLAMA INCESSANTE

VIAJANDO NA MADRUGADA

CATILINA

SERTÃO

CONSUMAÇÃO

O PIANO