Colhe-se, a cada dia, os dias de antes, o labor e o resto, o sofrer e o gozar, ainda que não se saiba conscientemente disto. Plantar e colher, sem fim, desde que haja vida, do acordar à hora do sono. Isto não digo com qualquer sentido de castigo, mas apenas examinando causa e efeito, a mecânica de nossas ações.
Sou o que faço é uma forma de uma pessoa se ver. Ao se ver, observa melhor o que escolhe plantar e, assim, determina melhor o que vai colher.
Ah, mas a vida é tão incerta! Sim, mas sem planejamento, sem análise, sem ponderação, seria pior.
|Autor: Webston Moura|
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Webston Moura, administrador deste blog, é Tecnólogo de Frutos Tropicais, poeta e cronista. Natural do Ceará, Brasil, mora no município de Russas, na região do Vale do Jaguaribe. Aprendiz de Teosofia, segue a Loja Independente de Teosofistas - LIT. Tem apreço por silêncio, música, artes plásticas, bichos e plantas. É também administrador dos blogs O Caderno Livre e Só Um Transeunte.
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