Minha experiência é minha, unicamente minha. A singularidade do indivíduo dá nisso. Não posso transferir a outros a tarefa de ser quem sou, nem de seguir minhas estradas e realizar o meu destino. Assim sendo, não posso, também, aceitar que outros queiram viver o que só eu posso e necessito. Não posso aceitar que me neguem o direito a uma subjetividade minha, única, e que só eu posso manifestar. Nada, nestas afirmações, tem a ver com ser sectário, mas, simplesmente, com o fato de que, se somos únicos, cada um em sua pele, isto vale para cada um e, portanto, todos. É uma verdade de pedra.
|Autor: Webston Moura|
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Webston Moura, administrador deste blog, é Tecnólogo de Frutos Tropicais, poeta e cronista. Natural do Ceará, Brasil, mora no município de Russas, na região do Vale do Jaguaribe. Aprendiz de Teosofia, segue a Loja Independente de Teosofistas - LIT. Tem apreço por silêncio, música, artes plásticas, bichos e plantas. É também administrador dos blogs O Caderno Livre e Só Um Transeunte.
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